Hoje, 08 de abril de 2026, Caém
completa 64 anos de emancipação política. O coordenador da APLB Sindicato
visitou os stands, com trabalhos produzidos pelas escolas e outras organizações
que prestam serviços à sociedade.
Sobre a APLB...
APLB - Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia Filiado à Federação dos Trabalhadores Públicos da Bahia, à CTB e CNTE. C.G.C N° 14.029219/0001-28. Considerado Entidade de Utilidade Pública pela Lei Estadual n° 02254/65 e Lei Municipal - Fundado em 24 de abril de 1952. Transformado em Sindicato em 1989.
O Núcleo da APLB de Caém foi fundado em 20 de Junho de 2009, com o objetivo de organizar os profissionais da educação para que melhor possam defender seus interesses, representando o canal de negociação entre esses servidores e o poder público.
A Organização dos Trabalhadores tem sido, entretanto uma das questões que vem mudando o rumo da história da humanidade. Com o advento da Revolução Industrial na Inglaterra no século XVIII, os trabalhadores passaram a ser cada vez mais explorados, a receber baixos salários, a não ter segurança no trabalho, direito a férias, descanso semanal remunerado e ainda tinham que trabalhar de 14 à 16hs por dia.
Foi graças às organizações dos operários que essa realidade tem mudado, muitos morreram, outros foram perseguidos presos e torturados, para que hoje, tivéssemos uma legislação que assegure os direitos dos trabalhadores.
No Brasil, a Constituição assegura a livre associação profissional ou sindical. As greves foram regulamentadas pela Lei 7.783, de 1989. A paralisação é permitida, mas a lei determina que não pode haver greve total em serviços ou atividades essenciais.
Os direitos, hoje assegurados aos trabalhadores não foram concedidos graças à generosidade política dos governantes, mas representam uma conquista das organizações desses profissionais.
A organização de classe não só é necessária nos períodos de opressão, mas na necessidade de se organizar e lutar pelos interesses e melhores condições de trabalho, econômicas e de parceria no desenvolvimento e bemestar da sociedade, unindo e divergindo quando necessário.
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quarta-feira, 8 de abril de 2026
PARABÉNS, CAÉM, PELOS SEUS 64 ANOS DE HISTÓRIA.
sexta-feira, 20 de março de 2026
A APLB DISCUTE CONDIÇÕES DE TRABALHO APÓS RECLAMAÇÃO DOS SERVIDORES
Após
terem sido convocados por edital, os trabalhadores da Educação do Município de
Caém se reuniram em assembleia para discutirem e encaminharem suas
reivindicações acerca das seguintes pautas: 1º - Cumprimento da Reserva Técnica
(AC) na sexta-feira à tarde; 2º - Turnos de trabalho; 3º - Distribuição de
carga horária; 4º - Horário de almoço de duas horas; 5º - Autonomia das
unidades escolares. A assembleia foi marcada após vários trabalhadores
procurarem o sindicato para registrarem situações que ferem diretamente seus
direitos. Entre eles a determinação do cumprimento da reserva técnica (AC) no
turno oposto de seu horário de trabalho; os professores em estágio
probatório aprovados para 20 horas, que subtende um turno de trabalho ter que
atuar em dois turnos; os servidores seletivados que cuidam das crianças
neurodivergentes não ter resguardado o horário de almoço, bem como os
professores das creches serem obrigados a cumprir duas horas de almoço, quando
a lei preconiza apenas uma hora, mas essa estratégia fere o AC de múltipla
escolha do professor garantido por lei, a falta de autonomia das unidades
escolares, onde segundo relato as mesmas não tem mais autonomia de fazer
horário de aula dos professores, entre outras situações.
As
situações aqui apresentadas têm sido constantemente relatadas pelos
trabalhadores e foram reforçadas na assembleia na fala de muitos que estavam
presentes. Após acolher os relatos dos trabalhadores, o diretor da APLB esteve
nas unidades escolares, participando dos encontros da Reserva Técnica (AC), para
ouvir os servidores e melhor se apropriar das situações. Tendo sido essas
constatadas, realizou reunião com a gestão municipal e solicitou ao prefeito
alternativa na tentativa de resolver o problema. Na oportunidade, o prefeito
Arnaldo de Oliveira se comprometeu a dialogar com a Secretaria de Educação na
tentativa de chegar a uma solução. Já é do conhecimento do sindicato que o
horário de almoço dos servidores seletivados, que atuam nos cuidados às
crianças com deficiência, já foi resolvido. Na oportunidade, a APLB agradece
pela sensibilidade da gestão em compreender e respeitar o direito do
trabalhador.
Mas
existem várias outras questões, como as mencionadas, que precisam ser
resolvidas, situações que vêm afetando a autoestima dos trabalhadores, o que
afetará diretamente os resultados da educação. Na assembleia, foram votados
encaminhamentos que serão apresentados à Secretaria de Educação através de Ata da assembleia.
A
APLB já realizou algumas reuniões com a secretaria e poder público, mas muito
pouco foi feito. Essa é mais uma tentativa de resolver a situação no diálogo e
na mesa de negociação. O sindicato espera que, após os encaminhamentos dos
trabalhadores na Assembleia, as coisas se resolvam.
Um
dos momentos marcantes da assembleia foi o acolhimento feito aos professores
novos, que tomaram posse no início do ano, o diretor da APL Sindicato
abriu os trabalhos fazendo um acolhimento especial a esses profissionais que passaram a integrar o
quadro da educação do município. Falou da importância destes e do quanto eles
irão contribuir com a educação.
A assembleia foi marcada por falas fortes e defesa dos direitos dos trabalhadores, veja alguns momentos de fala, em defesa dos colegas.
Vídeos
Gilvando
domingo, 22 de fevereiro de 2026
PESQUISA REPROVA PROPOSTA DE AC NA SEXTA-FEIRA A TARDE
Conforme
resultado da pesquisa realizada com os professores da rede, 126 professores
responderam, sendo que: 68,3% não concordam com a proposta da Secretaria de
Educação para que o AC seja realizado na sexta-feira à tarde em toda a rede
municipal e 31,7% concordam.
A APLB
indica que se leve em consideração o que a maioria definiu, afinal, vivemos em
um Estado Democrático de Direitos, onde deve prevalecer a vontade da
maioria.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
A APLB E O PODER PÚBLICO DISCUTEM PAUTAS DA EDUCAÇÃO - 2026
Durante
a jornada pedagógica e posterior a mesma, a diretoria da APLB foi procurada por
alguns professores aprovados e empossados do concurso realizado em janeiro de
2026, buscando esclarecimentos acerca da lotação e da distribuição da carga
horária. Foi também realizada uma reunião virtual solicitada por um coletivo
desses professores, que trouxeram muitas inquietações.
Os
professores do quadro também buscaram esclarecimento e o entendimento da APLB
com relação à determinação da Secretaria de Educação em definir a sexta-feira à
tarde como dia a ser cumprido a Reserva Técnica (AC), para todos os
professores, independentemente do turno de atuação de trabalho do professor.
Outro questionamento muito forte foi a definição de duas horas de almoço para
os professores das creches. Essa semana, com o início das aulas, muitos
profissionais procuraram o sindicato por estarem inseguros com relação à carga
horária. Houve também, por parte dos servidores, o questionamento da falta de
autonomia das unidades escolares.
Todas
essas situações, entre outras, levaram a APLB a solicitar uma reunião em
caráter de urgência com a administração, a qual foi realizada no dia de hoje.
Para a APLB, os professores aprovados precisam ser lotados conforme edital do
concurso, bem como cumprir sua jornada de trabalho.
No
tocante ao AC na sexta-feira à tarde, para o sindicato essa condição não
constitui obrigatoriedade de participação para os professores de 20 horas que
trabalham no matutino ou no noturno. Havendo negociação entre os trabalhadores
e o poder público, essa participação deverá ser possível. Caso contrário, os
mesmos terão que cumprir o horário da reserva técnica no seu turno de trabalho.
Com relação ao horário de almoço, o que está garantido por lei é uma hora de
almoço, as duas horas necessitam ser negociadas com os trabalhadores.
No
final da reunião, o professor Ronaldo protocolou a proposta do Programa do
Projeto que trata do Bem-Estar em Ação, cuja missão é promover um ambiente
educacional saudável e sustentável que fomente o bem-estar, a qualidade de vida
e o desenvolvimento profissional de todos os servidores.
A APLB defende a ampla negociação com os trabalhadores, na construção de uma pauta participativa e coletiva na tomada de decisões.










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