sexta-feira, 5 de junho de 2026

PONTO FACULTATIVO NA EDUCAÇÃO - CAÉM

Educação não é brincadeira. Ela precisa ocupar o lugar de destaque que lhe cabe na sociedade. Lutar por valorização salarial, melhores condições de trabalho, respeito à atuação profissional e garantia da liberdade de cátedra são pautas legítimas e fundamentais para os trabalhadores e trabalhadoras da educação.

Mas isso não basta. É preciso também defender e lutar pelos direitos de quem é a razão de existir da escola: OS ESTUDANTES.

Não é mais aceitável que o poder público, em suas diversas esferas e instâncias, trate com descaso o cumprimento da legislação educacional. Entre as inúmeras obrigações previstas na Lei nº 9.394/1996 (LDB), uma das mais importantes é a garantia de, no mínimo, 200 dias letivos aos alunos.

Esse não é um favor concedido pelo Estado. Trata-se de um direito assegurado aos estudantes e de um dever legal que deve ser rigorosamente cumprido pelos gestores públicos.

A educação exige responsabilidade, compromisso e respeito à lei. Cada dia letivo perdido representa prejuízos para a aprendizagem e para a formação dos nossos estudantes.

Clique no imagem e assista ao vídeo 
Acerca do Ponto Facultativo em Caém
 

 

sábado, 16 de maio de 2026

CONSELHO GERAL DA APLB SINDICATO DISCUTE POLÍTICAS PÚBLICAS DE VALORIZAÇÃO AOS TRABALHADORES

O Conselho Geral da APLB Sindicato 2026 reafirmou o compromisso da entidade com a luta em defesa da educação pública, da valorização dos trabalhadores e trabalhadoras da educação e do fortalecimento da organização sindical em todo o estado da Bahia. A programação contou com debates sobre conjuntura política, políticas educacionais, direitos jurídicos, formação sindical, diversidade, previdência e organização territorial da entidade, reunindo dirigentes, especialistas e representantes de diversos movimentos sociais e sindicais.

Nesse importante espaço de discussão e construção coletiva, o núcleo da APLB Núcleo Caém esteve representado no Conselho, contribuindo com os debates e fortalecendo a participação da base nas decisões da categoria. A presença do núcleo reafirma o compromisso com a defesa da educação pública de qualidade, com a valorização dos profissionais da educação e com a unidade da luta sindical em toda a região.

O encerramento do Conselho ocorreu em plenária final, espaço coletivo destinado à avaliação das discussões, encaminhamentos políticos e definição de estratégias de atuação para o próximo período. O CGS 2026 reafirmou, assim, o papel histórico da APLB-Sindicato enquanto instrumento de luta, resistência e formação política da categoria, fortalecendo a unidade dos trabalhadores e trabalhadoras em educação na defesa da escola pública, democrática e socialmente referenciada.












 

quarta-feira, 8 de abril de 2026

PARABÉNS, CAÉM, PELOS SEUS 64 ANOS DE HISTÓRIA.

Hoje, 08 de abril de 2026, Caém completa 64 anos de emancipação política. O coordenador da APLB Sindicato visitou os stands, com trabalhos produzidos pelas escolas e outras organizações que prestam serviços à sociedade.










































sexta-feira, 20 de março de 2026

A APLB DISCUTE CONDIÇÕES DE TRABALHO APÓS RECLAMAÇÃO DOS SERVIDORES

Após terem sido convocados por edital, os trabalhadores da Educação do Município de Caém se reuniram em assembleia para discutirem e encaminharem suas reivindicações acerca das seguintes pautas: 1º - Cumprimento da Reserva Técnica (AC) na sexta-feira à tarde; 2º - Turnos de trabalho; 3º - Distribuição de carga horária; 4º - Horário de almoço de duas horas; 5º - Autonomia das unidades escolares. A assembleia foi marcada após vários trabalhadores procurarem o sindicato para registrarem situações que ferem diretamente seus direitos. Entre eles a determinação do cumprimento da reserva técnica (AC) no turno oposto de seu horário de trabalho; os professores em estágio probatório aprovados para 20 horas, que subtende um turno de trabalho ter que atuar em dois turnos; os servidores seletivados que cuidam das crianças neurodivergentes não ter resguardado o horário de almoço, bem como os professores das creches serem obrigados a cumprir duas horas de almoço, quando a lei preconiza apenas uma hora, mas essa estratégia fere o AC de múltipla escolha do professor garantido por lei, a falta de autonomia das unidades escolares, onde segundo relato as mesmas não tem mais autonomia de fazer horário de aula dos professores, entre outras situações.

As situações aqui apresentadas têm sido constantemente relatadas pelos trabalhadores e foram reforçadas na assembleia na fala de muitos que estavam presentes. Após acolher os relatos dos trabalhadores, o diretor da APLB esteve nas unidades escolares, participando dos encontros da Reserva Técnica (AC), para ouvir os servidores e melhor se apropriar das situações. Tendo sido essas constatadas, realizou reunião com a gestão municipal e solicitou ao prefeito alternativa na tentativa de resolver o problema. Na oportunidade, o prefeito Arnaldo de Oliveira se comprometeu a dialogar com a Secretaria de Educação na tentativa de chegar a uma solução. Já é do conhecimento do sindicato que o horário de almoço dos servidores seletivados, que atuam nos cuidados às crianças com deficiência, já foi resolvido. Na oportunidade, a APLB agradece pela sensibilidade da gestão em compreender e respeitar o direito do trabalhador.

Mas existem várias outras questões, como as mencionadas, que precisam ser resolvidas, situações que vêm afetando a autoestima dos trabalhadores, o que afetará diretamente os resultados da educação. Na assembleia, foram votados encaminhamentos que serão apresentados à Secretaria de Educação através de Ata da assembleia.

A APLB já realizou algumas reuniões com a secretaria e poder público, mas muito pouco foi feito. Essa é mais uma tentativa de resolver a situação no diálogo e na mesa de negociação. O sindicato espera que, após os encaminhamentos dos trabalhadores na Assembleia, as coisas se resolvam.

Um dos momentos marcantes da assembleia foi o acolhimento feito aos professores novos, que tomaram posse no início do ano, o diretor da APL Sindicato abriu os trabalhos fazendo um acolhimento especial a esses profissionais que passaram a integrar o quadro da educação do município. Falou da importância destes e do quanto eles irão contribuir com a educação.

A assembleia foi marcada por falas fortes e defesa dos direitos dos trabalhadores, veja alguns momentos de fala, em defesa dos colegas. 

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Gilvando


                                      Adriana Melo

Ilda Sena 

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